Pessoas colaborando em roda

Quando fazemos juntos,
fazemos melhor

Conectamos tecnologia, cultura e educação para fortalecer comunidades, ampliar direitos e tecer redes de transformação social.

Tecnologia em espaços públicos

Tecnologia pública e aberta

Desenvolvemos e apoiamos plataformas digitais públicas, como a Rede Mapas Culturais, para democratizar o acesso à cultura.

Cultura popular em movimento

Cultura popular, redes e formação

Valorizamos mestres e saberes tradicionais, promovemos encontros e formações para fortalecer territórios e comunidades.

Nosso impacto em números

13+
Anos de atuação
16+
Projetos realizados
6+
Estados alcançados
22K+
Pessoas impactadas

Como atuamos

Construímos pontes entre tecnologia e cultura popular, entre conhecimento técnico e saberes tradicionais, entre políticas públicas e protagonismo comunitário

Tecnologia como ferramenta de emancipação

Desenvolvemos e apoiamos plataformas digitais públicas, especialmente a Rede Mapas Culturais, que democratizam o acesso à cultura e fortalecem a gestão participativa.

Formação e apropriação tecnológica

Realizamos oficinas, mutirões tira-dúvidas e processos formativos que compartilham conhecimento técnico de forma acessível, respeitando os saberes de cada território.

Cultura popular e patrimônio imaterial

Curamos e produzimos projetos que valorizam mestres, brincantes e manifestações tradicionais, conectando heranças negras, indígenas e culturas populares aos circuitos contemporâneos.

Consultoria em políticas digitais

Apoiamos governos na construção de estratégias digitais democráticas, transparentes e participativas para cultura, comunicação e serviços públicos.

Mobilização e articulação em rede

Promovemos encontros, seminários e debates que conectam pessoas, organizações e territórios em torno de causas comuns e construção coletiva.

Defesa de direitos e justiça social

Fortalecemos povos originários, comunidades quilombolas, periferias urbanas, assentamentos e grupos vulnerabilizados, articulando tecnologia, cultura e mobilização para ampliar direitos.

De um mutirão na Teia Brasil 2010 ao instituto que somos hoje

Uma história de colaboração

O êxito daquela primeira experiência coletiva mostrou que quando fazemos juntos, construímos caminhos mais potentes para o uso emancipatório das tecnologias.

2010: Nasce o mutirão

Tudo começou com um mutirão de comunicação colaborativa na Teia Brasil, quando montamos telecentro, sala de imprensa e cobertura conectada ao Cinturão Digital no Porto Iracema das Artes.

2012: Formalização do instituto

Em 12 de dezembro, criamos o Instituto Brasileiro de Políticas Digitais – Mutirão para seguir promovendo apropriação tecnológica, colaboração em rede e livre acesso ao conhecimento.

2022: Nova fase e ampliação de pautas

Com Thais Andrade e Sérgio Farias na direção, ampliamos o foco para cultura popular, povos originários, comunidades tradicionais, territórios periféricos e movimentos de moradia.

Nossa metodologia é colaborativa

Escuta e diálogo

Começamos ouvindo. Cada território tem suas demandas, saberes e formas de organização. Reconhecemos essas singularidades e construímos a partir delas.

Construção coletiva

Não levamos soluções prontas. Desenhamos e desenvolvemos junto com as pessoas, respeitando protagonismos e valorizando a inteligência coletiva.

Formação compartilhada

Compartilhamos conhecimentos técnicos de forma acessível, ao mesmo tempo que aprendemos com saberes populares e práticas comunitárias.

Tecnologias livres e abertas

Defendemos e usamos software livre, ferramentas abertas e plataformas públicas que garantam autonomia, transparência e apropriação real pelas comunidades.

Avaliação e aprendizados

Sistematizamos experiências, documentamos processos e compartilhamos aprendizados para que outros territórios possam se inspirar e adaptar.

Pessoas trabalhando colaborativamente

Valores que nos guiam

Nossos valores não são abstratos

Eles guiam cada projeto, cada parceria, cada decisão que tomamos.

Emancipação, não assistencialismo

Não fazemos "pelo outro", mas "com o outro". Fortalecemos autonomia, protagonismo e capacidade de transformação.

Diversidade como riqueza

Reconhecemos e celebramos a pluralidade de corpos, identidades, culturas, saberes e territórios. Combatemos todas as formas de discriminação.

Conhecimento livre e acessível

Defendemos que tecnologia, cultura e educação são direitos, não mercadorias. Compartilhamos o que produzimos de forma aberta.

Justiça social e defesa de direitos

Estamos ao lado de quem historicamente teve direitos negados: povos originários, comunidades quilombolas, periferias, LGBTQIAP+, mulheres, juventudes.

Território e ancestralidade

Valorizamos os laços com a terra, as culturas locais, os saberes ancestrais. Tecnologia não substitui, ela pode amplificar essas conexões.

Sustentabilidade e cuidado

Pensamos o presente sem esquecer as gerações futuras. Defendemos o meio ambiente, a agricultura familiar e formas de vida sustentáveis.

Projetos que transformam realidades

Desde 2013, em parceria com comunidades e governos

Veja todos os nossos projetos e conheça histórias de colaboração e transformação.

Mapa Cultural do Ceará

Mais de 22 mil agentes culturais usando a plataforma para fortalecer suas ações e acessar políticas públicas.

Dragão das Encantarias

Programa mensal que aproxima mestres de coco e brincantes de cultura popular dos públicos urbanos de Fortaleza.

Rede das Artes

Consultoria para a Funarte na construção da estratégia digital da Política Nacional das Artes.

Lei Aldir Blanc no Ceará

Mutirões tira-dúvidas e suporte técnico que ampliaram o acesso de fazedores de cultura aos recursos emergenciais.

Vamos construir juntos?

O Mutirão está aberto a propostas de projetos, parcerias, consultorias e outras formas de colaboração. Se você acredita que tecnologia, cultura e educação podem transformar realidades, vamos conversar.